Formação Pensamento Ocidental – Aula 17/32 – Espinosa, o segundo momento do unívoco
Espinosa seria o segundo momento do unívoco: o ser unívoco, que inicia com Duns Scot… Duns Scot é que enuncia essa proposição explicitamente. Porque na realidade a história do ser unívoco é anterior, você já tem um ser unívoco com Parmênides; em Avicena isso já se passa, com a essência neutra; mas é Duns Scot que vai fazer a proposição. E segundo Deleuze, a única proposição ontológica que existe é essa: o ser é unívoco, o ser se diz num único e mesmo sentido de Deus e das criaturas – no caso de Duns Scot, que é um cristão. A questão da univocidade do ser em Duns Scot não ultrapassa a neutralidade porque Duns Scot precisa manter um ser eminente e transcendente que seria Deus, uma entidade eminente e transcendente. Então Deus transcende a natureza, ainda em Duns Scot. Ele vive no século XIII para o século XIV, isso é uma condição inclusive de sobrevivência dele.




































































































